Método · Decisão
Vale a pena fazer cursinho para a OAB? Comparação honesta dos modelos
Resposta curta: depende do seu perfil, não da propaganda. A 1ª fase pede 40 acertos em 80 questões de uma prova que se repete edição após edição — e cada modelo de preparação resolve um problema diferente. Abaixo, a comparação sem marca e sem torcida: o que cada formato entrega, para quem funciona e quanto custa de verdade.
Cursinho presencial: estrutura externa, custo máximo
Entrega: horário fixo, professor ao vivo, pressão social para comparecer. Funciona para quem precisa de estrutura imposta de fora para estudar — se a agenda travada é o que faz você sentar na cadeira, isso tem valor real. O preço: é o formato mais caro (mensalidade, deslocamento, tempo de trajeto) e o ritmo é o da turma, não o seu: quem domina Ética assiste à aula de Ética do mesmo jeito.
Cursinho online: flexibilidade, mas videoaulas longas continuam longas
Entrega: o mesmo conteúdo expositivo, sem deslocamento e com pausa. Funciona para quem tem blocos livres de 1–2 horas e disciplina para cumprir cronograma sozinho. O risco: assistir a videoaula dá sensação de progresso sem calo de prova — é o primeiro dos erros que mais reprovam. Os preparatórios do mercado cobram, em média, R$ 913 por ano, parcelados em 12 vezes que continuam correndo depois da prova — a conta que importa é o custo total até o dia do exame.
App de estudo: o formato que cabe na rotina de quem trabalha
Entrega: estudo em microblocos (trajeto, fila, intervalo), revisão espaçada automatizada e — nos formatos ancorados em questões — treino direto no padrão da banca. Funciona para quem trabalha ou concilia faculdade e não tem blocos longos: 3 minutos ouvindo uma questão comentada valem mais que uma videoaula adiada para o fim de semana. O limite: exige constância diária — o app não liga cobrando presença.
Estudar sozinho: o mais barato, o mais exigente
Entrega: custo próximo de zero usando provas oficiais anteriores (públicas e gratuitas) e a lei seca. Funciona para quem já tem método: sabe alocar o tempo na proporção em que a prova cobra, monta o próprio ciclo de revisão e mantém o ritmo sem cobrança externa. O risco: sem curadoria, o tempo escorre para resumos aleatórios e a revisão espaçada nunca sai do papel.
Os 4 critérios que decidem (qualquer que seja o modelo)
1. Questões oficiais no centro. Se o material não parte das provas anteriores da FGV, você está estudando outra prova. 2. Revisão espaçada de verdade — sistema, não conselho. 3. Encaixe na rotina real: o melhor método é o que acontece todos os dias, não o ideal que fica para depois. 4. Custo total até a prova: compare o valor acumulado até a data do exame e o que acontece se você quiser sair — contrato de 12 meses depois da aprovação é dinheiro pago por nada.
O veredito honesto
Cursinho vale a pena para quem precisa de estrutura imposta e tem orçamento e agenda para isso. Para quem trabalha, tem trajeto e estuda em janelas curtas, o dinheiro rende mais em formato de microestudo ancorado em questões reais — e a diferença de preço financia muitas tentativas, se precisar. O que nenhum formato substitui: constância e treino no material verdadeiro. Fizemos a conta completa do custo da aprovação em quanto custa passar na OAB.
A alternativa que custa 18 vezes menos que a média anual do mercado
O Albert transforma as questões oficiais das 42 últimas provas em aulas de 3 minutos, com flashcards espaçados e mnemônicos — o estudo inteiro da 1ª fase no fone, na proporção exata em que a prova cobra cada disciplina.
R$ 49,90 por mês, mês a mês — sem contrato de 12 meses, sem multa, 7 dias de reembolso garantidos por lei.
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