Guia · Visão geral
Como funciona o Exame de Ordem: o guia direto
O Exame de Ordem é a porta de entrada da advocacia no Brasil: aprovação nele é requisito para a inscrição como advogado ou advogada na OAB. São duas fases — uma objetiva e uma prático-profissional — e entender a mecânica de cada uma muda completamente a forma racional de estudar.
1ª fase: 80 questões, corte em 40
A prova objetiva tem 80 questões de múltipla escolha (quatro alternativas, uma correta), cobrindo as disciplinas do curso de Direito — de Ética Profissional a Direito Eleitoral. A aprovação exige 40 acertos (50%), sem nota mínima por disciplina.
O detalhe que a maioria ignora: a distribuição das questões entre as disciplinas é estável e concentrada. Nas 42 edições que analisamos (2012–2025, 3.350 questões), Ética Profissional nunca rendeu menos de 8 questões, e as seis maiores disciplinas somaram, na média recente, 42 das 80 questões — mais do que o corte de aprovação. A tabela completa está em O que mais cai na OAB.
2ª fase: peça + questões discursivas na área que você escolher
Aprovado na objetiva, o candidato faz a prova prático-profissional na área escolhida na inscrição: uma peça processual e questões discursivas sobre a matéria. Nas 42 edições analisadas, as áreas ofertadas foram:
- Direito Administrativo
- Direito Civil
- Direito Constitucional
- Direito Empresarial
- Direito Penal
- Direito do Trabalho
- Direito Tributário
A escolha é estratégica: vale pesar afinidade com a matéria, prática na redação de peças e o material de que você dispõe — não apenas "a área do coração".
Quando acontece
O Exame é aplicado três vezes por ano, em edições numeradas. A 1ª fase do 47º Exame está marcada para 6 de setembro de 2026 — a contagem regressiva e um plano para as semanas finais estão aqui. Datas, inscrição e regras de cada edição saem no edital oficial: ele é sempre a fonte final.
A estratégia racional, resumida
- 1ª fase se vence por concentração. O corte é global (40 acertos de 80): priorize as disciplinas de maior peso histórico em vez de varrer o edital por igual.
- Estude pelas questões reais. A banca repete temas e formas de perguntar — as provas anteriores são o simulado mais fiel que existe.
- Constância vence maratona. Aulas curtas todos os dias fixam mais que imersões esporádicas — especialmente para quem trabalha (plano realista aqui).
Tudo que a 1ª fase cobra, no seu fone
Você não precisa de outra apostila de mil páginas nem de videoaula de três horas. Precisa do que funciona com pouco tempo: aulas de 3 minutos, cada uma tirada de uma questão oficial da FGV, fáceis de ouvir no ônibus, na fila do café ou na esteira — e um app com flashcards e revisão das questões que mais caem, que devolve o conteúdo na hora exata em que você ia esquecer. Para o bacharel que trabalha e para o estudante que ainda nem colou grau, é a preparação inteira da 1ª fase num lugar só.
R$ 49,90 por mês, mês a mês — sem contrato de 12 meses, sem multa para sair e com 7 dias de reembolso garantidos por lei. Os preparatórios do mercado cobram, em média, R$ 913 por ano, parcelados em 12 vezes que continuam correndo depois da prova.
Ouvir uma aula agora — de graça, sem cadastro